quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Buraco na camada de ozônio na Antártida volta a crescer


Neste sábado, a Agência Meteorológica do Japão (JMA) divulgou que o buraco registrou o quarto maior nível da história, que já havia sido alcançado em 1998


O buraco da camada de ozônio na Antártida alcançou o dobro do tamanho do continente, repetindo o seu quarto maior nível na história, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão (JMA). Segundo a JMA, o buraco, que aparece todos os anos entre agosto e dezembro devido ao efeito dos clorofluorocarbonos (CFC) e de outros gases nocivos, chegou a 27,8 milhões de metros quadrados em 9 de outubro. Os dados, obtidos por satélites americanos, mostram que o buraco deste ano tem o mesmo tamanho do registrado em 1998. As medições tiveram início em 1979.
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Para a JMA, o buraco voltou a crescer por causa das baixas temperaturas na estratosfera sobre a Antártida, que agravaram a diminuição da camada de ozônio.
Um estudo elaborado no ano passado por 300 cientistas, e aprovado pela Organização Mundial da Meteorologia (OMM) e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), concluiu que a destruição da camada de ozônio está diminuindo e que este escudo natural da Terra, capaz de bloquear os raios ultravioleta, pode se recuperar em meados de século. Isto seria possível se as restrições aos produtos que a destroem, como os que contêm clorofluorocarbonos, continuarem a ser aplicadas.
O japonês Atsuya Kinoshita, do escritório de acompanhamento da camada de ozônio da agência japonesa, advertiu que, apesar da presença de gases nocivos estar diminuindo, as mudanças de temperatura permitem que se estendam amplamente, danificando a camada de ozônio, publicou a emissora pública “NHK”.
Postado por Carlos PAIM

terça-feira, 12 de julho de 2016

Florestas urbanas são um respiro em meio ao caos de grandes cidades


Além de refúgios naturais, as reservas são importantes na preservação da fauna e da flora características de regiões de grande desmatamento

Elas protegem vegetação e animais, e ainda agregam qualidade de vida aos centros urbanos.  Como grandes heroínas, se sustentam bravamente na contramão do crescimento das grandes cidades. As florestas urbanas são como refúgios que nos fazem lembrar um pouco de como é saudável viver e respeitar a natureza.

Além de serem extremamente importantes na preservação do patrimônio biológico do país, as florestas urbanas são também responsáveis por amenizar os efeitos poluentes das grandes cidades. A purificação do ar e da água, bem como a manutenção do clima, são alguns dos benefícios destas reservas ambientais alojadas no coração de grandes metrópoles.

Conheça nesta reportagem algumas das principais florestas urbanas do Brasil:

Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon)
Passeio de conexão com a natureza no Parque Trianon (Foto: Divulgação / Parque Trianon)Conexão com a natureza no Parque Trianon
(Foto: Divulgação/Parque Trianon)
Em meio a tantos prédios na Avenida Paulista, é um alívio ver e sentir o tesouro natural guardado pelo Parque Trianon. Sua flora remanescente de Mata Atlântica e fauna composta basicamente de animais alados, como pássaros, borboletas e morcegos, são como um refúgio para os que querem fugir por alguns instantes do caos urbano. Além da natureza, também se destacam no parque as esculturas “Fauno”, de Victor Brecheret e “Aretusa’, de Francisco Leopoldo Silva.
Com a intenção de promover a saúde e o lazer, o Parque Trianon possui uma extensa programação de atividades de ginástica chinesa, como Tai Chi Chuan, e de apresentações musicais gratuitas.

Segundo a administração do parque, trilhas sem guias ou monitores não são indicadas. Animais domésticos são permitidos desde que em suas guias, lembrando que todo dono é responsável pelo seu animal e por aquilo que ele produz. Além disso, não é permitida a circulação com bicicletas, patins ou skates.

Área: 48.600 m²
Acesso: Rua Peixoto Gomide, 949 (Altura do nº 1700 da Avenida Paulista).
Horário de funcionamento: diariamente das 6h às 18h
Atividades:
Rádio Taissô: de segunda a sexta-feira das 7h às 7h30
Lian Gong: terça e quinta-feira das 16h às 17h, e domingo das 9h às 10h
Tai Chi Chuan: de quarta a sexta, das 7h30 às 8h30
Pratica de exercícios terapêuticos chineses: terça e quinta-feira de 7h30 às 8h, e das 8h às 8h30
Domingo: programação musical às 11h. (Horário sujeito à alteração)
Informações sobre outras atividades: (11) 3253-4973 / (11) 3289-2160
Jardim Botânico Adolpho Ducke
Localizado na Zona Leste de Manaus, o Jardim Botânico Adolpho Ducke guarda o maior fragmento de floresta urbana preservada do Brasil. Sua flora é composta por espécies típicas da Floresta Amazônica, como a magnífica árvore Angelim-pedra de 40 metros de altura e 400 anos.  A fauna é extremamente rica e plural. Visitantes interessados em conhecer o parque podem ter oportunidade de encontrar a ave de rapina mais poderosa do mundo, o gavião-real.

A principal missão do parque é disseminar o conhecimento sobre a Floresta Amazônica. Por isso, as trilhas promovidas no local são de cunho científico e sempre acompanhadas por especialistas. As coleções botânicas, como de bromélias e orquídeas, são outro grande atrativo turístico responsável por gerar e disseminar o conhecimento sobre a natureza da região.

Além do espetáculo da natureza selvagem, o jardim dispõe, ainda, de atrações culturais e educativas. Na exposição permanente "O que se encontra no Encontro das Águas", onde os visitantes podem aprender sobre peixes, vegetação e a dinâmica das águas do encontro dos rios Negro e Solimões.

Área: 10 mil hectares
Horário de visitação: de terça a domingo, das 8h às 12h e das 13h às 16h30. Entrada gratuita.
Via de acesso: Avenida Uirapuru, bairro Cidade de Deus, Manaus/AM.
Programação mensal disponível no site do Jardim Botânico Adolpho Ducke
Parque Estadual Pedra Branca
Parque  Estadual Pedra Branca  (Foto: Divulgação / Luiza Reis)Parque Estadual Pedra Branca
(Foto: Divulgação / Luiza Reis)
Situado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o Parque Estadual da Pedra Branca abriga uma das maiores florestas urbanas do país. Sua flora é típica de Mata Atlântica e guarda espécies raras, endêmicas e até resquícios históricos de plantações de café. A fauna local, extremamente rica, é composta por diversos animais inclusive de espécies ameaçadas como o macaco-prego, o porco-do-mato e a preguiça. Répteis como serpentes e lagartos, e mais de 180 espécies de aves, também podem ser encontrados no local.

O parque dispõe de diversos percursos de trilhas e caminhadas com vários níveis de dificuldade. Visitas livres ou guiadas são possíveis.

Área: 12.394 hectares
Horário de visitação: de terça a domingo, das 8h às 17h.
Acesso: 
Núcleo Pau-da-Fome:  Estrada do Pau-da-Fome, 4003, Jacarepaguá, Rio de Janeiro – RJ
Núcleo Camorim: Estrada do Camorim, 2118 – Camorim, Jacarepaguá, Rio de Janeiro – RJ
Parque Nacional da Tijuca

Composto pela maior floresta urbana do mundo plantada pelo homem, o Parque Nacional da Tijuca preserva uma extensa área de Mata Atlântica e cerca de 328 espécies de fauna no coração da cidade do Rio de Janeiro.
Parque Nacionalda Tijuca  (Foto: Divulgação / Ruy Salaverry)Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro
(Foto: Divulgação/Ruy Salaverry)
Trilhas, contemplação de paisagens em mirantes, banhos de cachoeira, passeios de bicicleta pelas áreas asfaltadas e escalada são algumas das atividades possíveis. A escalada pode ser praticada na Agulhinha da Gávea, na Pedra da Gávea, na Pedra Bonita e no Pico da Tijuca (na Floresta) desde que o termo de conhecimento de riscos seja assinado e entregue às autoridades do parque.

Nos dias mais quentes, o banho na Cachoeira das Almas, na Floresta da Tijuca, ou na Cachoeira do Horto, na Serra da Carioca, são uma ótima opção para os visitantes. Os organizadores pedem que não sejam utilizados quaisquer produtos químicos, como repelentes e bronzeadores, para preservar ao máximo as águas.

A visitação nos três setores abertos do Parque (Floresta da Tijuca, Serra da Carioca e Pedra Bonita/Pedra da Gávea) é gratuita, com exceção da subida ao Corcovado (na Serra da Carioca), onde é possível ver o Cristo Redentor.

Área: 3.900 hectares
Horário de visitação: todos os dias, das 8h às 17h (até 18h no horário de verão)
Acesso:
Entrada na Praça Afonso Vizeu, no Alto da Boa Vista
Acesso pela Estrada do Alto, tanto vindo da Tijuca (pela Avenida Edson Passos) quanto da Barra da Tijuca e do Itanhangá (pela Estrada das Furnas).
De ônibus: linhas 301, 333, 308, 309 e 345
A Cachoeira das Almas, local liberado para banho nesse setor, fica a aproximados três quilômetros da entrada do parque

Setor Serra da Carioca
Funcionamento: todos os dias, das 8h às 17h (até 18h no horário de verão)
Corcovado: 8h às 19h (até 20h no horário de verão)
Até o dia 1º de agosto de 2013, o Corcovado vai funcionar em horário especial, e estará aberto para visitação noturna, podendo chegar a ficar 24h aberto.
Parque Estadual da Cantareira

O Parque Estadual da Cantareira abriga uma das maiores áreas remanescente de Mata Atlântica do mundo. Situada na Zona Norte de São Paulo, a reserva resguarda mais de 200 espécies de animais, algumas delas ameaçadas de extinção, como o gato-do-mato e a jaguatirica.

Além de admirar a riqueza de sua fauna, visitantes também terão a oportunidade de contemplar sua natureza rara e exuberante, tendo a possibilidade de encontrar a única espécie de pinheiro nativa do Brasil e samambaias gigantes.

O parque possui quatro núcleos abertos à visitação: Pedra Grande, Engordador, Águas Claras e Cabuçu.Trilhas que passam por rios e cachoeiras são as principais atividades promovidas no local. No núcleo Engordador é permitida e possível a pratica de moutain bike.

Área: 7.916 hectares
Horário de Visitação: sábados, domingos e feriados a partir das 8h. No período de férias o parque fica aberto de terça a domingo às 8h. A entrada custa R$ 6,00
Via de acesso: 
Pedra Grande: Rua do Horto, n° 1799.
Engordador: Avenida Coronel Sezefredo Fagundes altura do n° 19.100.
Águas Claras: Avenida Senador José Hermínio de Moraes s/n.
Cabuçu: Avenida Pedro de Souza Lopes, n° 7903.
Parque Cinturão verde

A cidade de Cianorte, no Paraná, é contemplada pela natureza de uma das maiores florestas urbanas do país. O Parque Cinturão Verde preserva uma riquíssima biodiversidade florestal e centenas de espécies de animais silvestres, muitos deles em extinção.

Visitas monitoradas e educativas promovidas pelo Parque Cinturão Verde são o único meio de  interagir e observar a fauna e da flora local. No passeio, os principais destaques são a Trilha das Perobas, com espécies centenárias, e o bosque de árvores frutíferas, em que os visitantes podem comer frutos do pé enquanto observam a natureza. O ´parque também promove oficinas de educação ambiental e de fotografia. A programação atualizada de oficinas pode ser acessada nosite da prefeitura de Cianorte.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Globo Repórter desvenda a
fascinante região do Jalapão

Programa desta sexta (13) explora o deserto das águas e conta
histórias de quem vive neste pedaço isolado no coração do Brasil


Jalapão - o deserto das águas. 

O Globo Repórter atravessa uma das mais fascinantes regiões do Brasil.
Dunas, nascentes, fervedouros. Nosso repórter suspenso no ar. Uma descida de mais de 70 metros revela a beleza do vale encantado.
Quem vive neste pedaço isolado no coração do país?
Ouro - na sua forma mais primitiva. Garimpeiros mergulham 60 metros terra adentro para extrair as pedras. Equipamentos precários e muita coragem para ganhar a vida.
E a arte do capim dourado, que garante o sustento de muitas comunidades.
A magia de uma cachoeira que despenca sobre as rochas e desaparece nas profundezas, para ressurgir muitos metros adiante em forma de rio.
A pedra furada - um limite natural para proteção da natureza.
A criatividade dos agricultores que descobriram como viver dos frutos do cerrado.
O ninho das águias chilenas. O brasileiro que adotou uma cobra. O bicho agora faz parte da família.
As misteriosas descobertas dos exploradores de cavernas. E a sabedoria de Dona Romana - a misteriosa vidente do Tocantins. Mas o que ela vê durante suas orações? 
g1globo
Postado por: Ygor I. Mendes

quarta-feira, 11 de maio de 2016


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Postado por: Ygor I. Mendes


terça-feira, 22 de março de 2016

Giorgio Armani deixa para
trás os tempos de pele animal
 
 
 
Mais uma vitória do bem na luta pelos direitos dos animais. O mundo da moda se aproxima cada vez mais de um mercado mais consciente, eco-friendly e menos cruel. Giorgio Armani acaba de anunciar o fim do uso de pele animal em todas as suas marcas, mesmo as de alta-costura.
"É com muito prazer que anuncio que o Grupo Armani estabeleceu um firme comprometimento em abolir o uso de pele animal", declarou o estilista. Atualmente o designer comanda mais de 10 etiquetas de vestuário e pelo menos duas delas produziam peças usando alta-costura periodicamente, até então.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Religiões abraçam defesa do ambiente




Para o jovem cristão Ben Lowe, a revelação ocorreu às margens do lago Tanganica, na África. O aquecimento do lago estava reduzindo a produção pesqueira, as pessoas estavam passando fome -e Lowe conhecia os indícios científicos de que a culpa disso era da mudança climática.
Já para o reverendo Brian Sauder, a epifania aconteceu na faculdade. Ao estudar as consequências da degradação ambiental, ele aprendeu sobre pessoas pobres que precisavam caminhar mais a cada dia para colher lenha de florestas degradadas.
Para esses dois homens, deveres cristãos que na sua formação eram separados –cuidar da Terra e cuidar dos pobres– se fundiram em um só problema moral urgente. "Por que eu não fiz essa conexão antes?", lembra-se Sauder de ter perguntado a si mesmo na época.
A abrangente encíclica recém-divulgada pelo papa Francisco pode se tornar um divisor de águas, destacando as questões de justiça social no centro da crise ambiental. Mas a mensagem pontifícia é, em certo sentido, simplesmente parte de uma mudança de mentalidade que ocorre há décadas.
Muitas religiões estão despertando para o fardo que a mudança climática acarreta aos pobres, buscando nas escrituras justificativas para cuidar melhor do ambiente. Há uma demanda cada vez maior, inclusive, por ecologistas que também sejam pessoas religiosas, já que eles são vistos como intérpretes entre esses dois campos que muitas vezes costumavam ver o mundo de formas radicalmente opostas.
"A ciência é como uma bússola", disse o biólogo Nathaniel Hitt, especialista em pesca e membro da igreja presbiteriana de Shepherdstown, na Virgínia Ocidental. "Ela pode nos dizer onde está o norte, mas não é capaz de nos dizer se queremos ir para o norte. É aí que entra a nossa moral."
Hitt e sua congregação recentemente instalaram painéis solares no telhado da igreja e interligaram seus aquecedores domésticos de água numa rede que deve ajudar a equilibrar as flutuações do sistema de energia renovável. Além disso, o grupo está estudando com afinco outras maneiras de reduzir as suas emissões de gases do efeito estufa.
Nos últimos anos, centenas de outras igrejas, mesquitas e sinagogas dos EUA instalaram painéis solares ou adaptaram seus edifícios para que consumissem menos energia.
Os políticos que tentam reduzir os incentivos ao uso de energias renováveis poderão se ver em atrito com pregadores. Brian Flory, pastor protestante em Fort Wayne (Indiana), recentemente contribuiu para o arquivamento de um projeto de lei restritivo no seu Estado, sob o argumento de que as igrejas teriam o direito de "gerar eletricidade a partir da luz do sol fornecida gratuitamente por Deus".
Homens como Lowe e Sauder dedicam suas vidas a ajudar outras pessoas religiosas a compreenderem a ligação entre as alterações climáticas e os danos que elas causam aos pobres.
Sauder, ordenado na denominação menonita, é o diretor-executivo da instituição inter-religiosa Fé no Lugar, de Illinois, que ajuda templos a reduzirem suas emissões. Grupos semelhantes já surgiram em vários outros Estados dos EUA sob a bandeira de uma organização nacional chamada Força e Luz Inter-Religiosa.
Há dez anos, quando estava na faculdade, Lowe viajou ao lago Tanganica, onde estudou com uma ecologista chamada Catherine O'Reilly, autora de um estudo que demonstrava que o aumento da temperatura na água do lago estava esgotando os nutrientes próximos à superfície. Isso, por sua vez, prejudicava uma população de peixes que historicamente havia ajudado a alimentar milhões de pessoas. "Percebi que a mudança climática já estava tendo impactos, não apenas sobre a criação de Deus, mas também sobre muitos dos meus irmãos e irmãs ao redor do mundo", disse Lowe.
A situação se agravou desde então, e a pesca excessiva provavelmente também contribuiu para isso, segundo O'Reilly, que hoje leciona na Universidade Estadual de Illinois. Ela visitou o lago no ano passado, "e o preço de uma pequena pilha de peixes aumentou dez vezes, o que é demais para as pessoas que estão vivendo da mão para a boca", disse ela.
Depois de terminar a faculdade, Lowe ajudou a criar a ONG Jovens Evangélicos pela Ação Climática, da qual hoje é porta-voz. A organização se aliou a outros grupos religiosos e ambientalistas para promover uma mudança. Ainda assim, Lowe e outros ativistas ainda são vistos com desconfiança por muitos evangélicos.
Pesquisas sugerem que os evangélicos são o grupo religioso americano menos propenso a acreditar que o aquecimento global seja real ou provocado pelo homem. Muitos deles são politicamente conservadores e influenciados por grupos que questionam conclusões científicas sobre o clima.
Entre os cristãos e judeus, a discussão teológica frequentemente gira em torno da real intenção de Deus no primeiro capítulo do Gênesis, ao determinar que o ser humano "reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastam sobre a terra".
Será que essa passagem implica que nada do que as pessoas fizerem será ambientalmente errado? Alguns políticos conservadores parecem interpretar esse versículo como uma garantia de que Deus não permitirá que os humanos destruam o seu único lar.
Mas, na encíclica, Francisco contesta esse ponto de vista, declarando não só que os humanos estão alterando o clima como também que o mandato de domínio abrange o dever de cuidar da criação.
Conservadores religiosos que se opõem ao ambientalismo salientam que o sucesso econômico está historicamente ligado ao uso de combustíveis fósseis.
Grupos liberais muitas vezes qualificam tal ponto de vista como tendencioso, mas essa é justamente a motivação de países como a Índia para não aceitarem limitações às suas emissões provocadas pela queima de combustíveis.
O objetivo declarado do movimento ambientalista é desfazer a associação entre os combustíveis fósseis e o sucesso econômico.
A maior questão hoje é se a crescente preocupação ambiental dos religiosos se traduzirá em maior pressão para que os governos encontrem formas de melhorar o custo, a confiabilidade e a difusão das matrizes energéticas com pouca emissão de carbono.
Neste mês, mais de 350 rabinos americanos divulgaram uma carta declarando que chegou a hora de agir. "Nossa esperança é que, mais de uma vez em nossa história, quando o país enfrentou o desafio de mudar, foram o compromisso moral, a aliança religiosa e a busca espiritual que se ergueram para fazer frente à necessidade."

sábado, 23 de maio de 2015

Implementação do Código Florestal ainda é desafio, dizem ONGs

Por Agência Brasil |
ade está na resistência de alguns setores produtivos e na dificuldade em acelerar o cadastramento para que outros instrumentos do código também se desenvolvam
Agência Brasil

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http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/2015-05-23/implementacao-do-codigo-florestal-ainda-e-desafio-dizem-ongs.html